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Corujua-buraqueira, na praia da Armação do Pântano do Sul, Florianópolis. Autoria da foto: Juli. |
É a coruja mais comum e fácil para observar, pois seu habitat é variado. É fácil encontrá-las nas cidades, em terrenos baldios, no interior, em campos, em pastagens e na praia.
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Outra na praia da Armação. Autoria da foto: Juli. |
Ao contrário das outras corujas, a buraqueira está ativa durante o dia, mas também tem hábitos noturnos. Sempre atenta e vigilante próxima ao ninho. Vejo as corujas durante o dia e as escuto vocalizando bastante durante a noite.
A espécie tem uma alimentação variada que incluí pequenos roedores, insetos, lagartixas e pequenos invertebrados. Outra curiosidade sobre essa espécie é que as corujas conseguem virar a cabeça até 270°.
A espécie tem uma alimentação variada que incluí pequenos roedores, insetos, lagartixas e pequenos invertebrados. Outra curiosidade sobre essa espécie é que as corujas conseguem virar a cabeça até 270°.
Dizem que a espécie costuma viver muitos anos. Eu conheço algumas corujas que observo há sete anos sempre no mesmo local, lá na praia da Daniela, em Florianópolis!
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Na praia do Campeche em Florianópolis. Parece que faltavam algumas penas nessa coruja, pois ela tem uma aparência esquisita. Autoria da foto: Juli. |
A coruja-buraqueira, cujo nome científico é Athene cunicularia, é popularmente conhecida por outros nomes tais como coruja-do-campo, coruja-mineira, coruja-cupinzeira e corujinha-do-buraco.
Seu nome é relacionado com seu hábito de viver em buracos cavados na terra ou na areia. É comum ver corujas nas dunas nas praias.
Por isso é importante preservar as dunas e demais locais onde as corujas possuem seus buracos e ninhos. Deveria ser proibido transitar de carro e de moto sobre as Dunas, pois além das corujas existem várias espécies da Fauna e da Flora que vivem por lá tais como curriqueiros, lagartixas da areia e tuco-tucos.
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